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CIPA - Grupos de classificação de riscos e mapa de riscos

Conheça as formas mais tradicionais de classificar fatores de risco e risco e orientações básicas para montar um bom mapa de risco

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CIPA - Grupos de classificação de riscos e mapa de riscos

O mapa de risco é a representação gráfica (impressão ou desenho) da avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes nos locais de trabalho, e de suas intensidades, assim como as medidas de proteção para cada fator de risco destacado. Independente do modelo, deve trazer os fatores de riscos, grau e medidas de proteção.


Em relação a intensidade \ gravidade ou grau de cada fator de risco é necessário mensurar, falando de uma análise básica e simples, o tempo de exposição ao fator de risco assim como a própria agressividade do fator. Por exemplo, o peso de um tijolo é menos agressivo do que o peso de um saco de cimento. Porém, carregar 1.500 tijolos um por um é mais agressivo do que carregar 1 saco de cimento.



Conforme prevê a norma, o mapa de risco deve ser feito pela CIPA com a participação do maior número de trabalhadores possível. É recomendado estender sua fonte de consulta a relatórios técnicos como o LTCAT ou PPRA. Padronizou-se de forma geral a adoção de círculos de diferentes tamanhos para indicar a intensidade \ gravidade dos riscos, mas que pode ser feita também com legendas numéricas, por exemplo, assim como a adoção de diferentes cores para cada grupo de risco. Apresentaremos nesse curso as cores convencionais. Os grupos de classificação de riscos são:


- Acidente ou Mecânico: Eletricidade, trabalho em altura, máquinas e equipamentos, piso etc.

- Biológico: Bactérias, fungos, germes e vírus.

- Ergonômico: Peso, postura, repetição, monotonia, pressão, horário, meta etc.

- Físico: Calor, frio, ruído, vibração, pressão, umidade etc.

- Químico: Solventes, tintas, ácidos etc. em forma de gasosa, líquida ou sólida.



MONTANDO O MAPA


A primeira etapa é a coleta de informações para o mapa de risco através de entrevista aos colaboradores de cada setor, função ou máquina-equipamento, ou seja, um mapa de risco pode ser feito de várias perspectivas, das mais específicas como função ou máquina, ou mais ampla como setor.


O próprio cipeiro que está montando o mapa para ponderar sobre possíveis riscos que ele viu durante a entrevista e que o colaborador entrevistado não soube e esqueceu de citar. Por último, uma consulta ao LTCAT ou PPRA ou PGR para buscar informações mais precisas, como o risco de ruídos, que sai apenas nesse relatório, visto que uma pessoa não consegue determinar o nível de ruído sem instrumentos.


Assista esse vídeo de como fazer um mapa de risco.



Como as informações em mãos, vai-se preenchendo as informações no mapa. Depois, pode-se convencionar determinar a intensidade \ gravidade com número, sendo 1 leve, 2 moderada e 3 alta. Então, ao lado de cada risco citado, coloca-se a respectiva legenda de intensidade. Por fim, para cada risco destacado, determina-se a forma de controle individual, que em maioria das vezes é o uso do EPI recomendado.


Há uma diversidade de modelos de mapa, use o que melhor atingir seus objetivos, os de informar e prevenir. A gente sugere um modelo inovador, para chamar mais a atenção. E ele é feito por função, é não por local, já que o simples fato de alguém estar naquele local não o sujeita aos riscos destacados. Não se confunda, um risco é diferente de um agente ou fator de risco. Por exemplo, fator de risco é o ruído. O risco mesmo é a perda auditiva.

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