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Fator de risco: Sedentarismo | Mini palestra gratuita | SIPAT Online

Falamos da falta de exercícios físicos, ou seja, do sedentarismo e suas consequências.




FATOR DE RISCO: SEDENTARISMO


Você lembra das aulas de história ou ciências? Já ouviu falar em termos como nômades e sedentários? Pois é, o termo sedentarismo mudou um pouco seu significado, mas ainda guarda o significado principal. Nômade, como nas aulas do colégio, era o nome dado as pessoas ou aos povos que migravam regularmente de um lugar para outro, ou seja, se mexiam. Enquanto, sedentários eram as pessoas ou povos que permaneciam no mesmo lugar ao longo de suas vidas, ou seja, ficavam parados.


O sedentarismo de hoje se refere ao hábito que nós, enquanto indivíduos e sociedade, temos de ficarmos no mesmo lugar, mas nesse mesmo lugar significa literalmente parado no lugar. O sedentarismo é um fator de risco para várias doenças físicas e psicológicas, e se caracteriza pela ausência ou insuficiência de atividade física. Atividade física que pode ser realizada através do trabalho, como no caso de um pedreiro, ou enquanto vamos para o trabalho a pé ou de bicicleta.


Somente na impossibilidade de realização de atividade física como nos exemplos anteriores, é que precisamos recorrer a prática esportiva ou a uma academia. Nesses casos, precisamos e devemos ministrar doses diárias de atividade física, e essas doses devem ser planejadas, controladas e ministradas com disciplina. O que está em jogo é nada mais nada menos que nossa própria vida, nossa qualidade de vida e bem-estar, a nossa saúde. Fazendo um trocadilho, do resto a gente corre atrás.


Entre as doenças ou agravos mais comumente relacionadas ao sedentarismo, temos a obesidade. Não devemos pensar apenas nessa, mas no conjunto. Dessa relação sedentarismo e obesidade, temos como possíveis resultados hipertensão arterial, aumento do colesterol ruim, diabetes e doenças cardiovasculares. Ainda fazem parte dessa lista, falando em aspectos psicológicos, a depressão, transtornos de ansiedade e estresse crônico.


 

O problema não é apenas ficar muito tempo sentado no trabalho, mas ficar sentado e parado de forma geral.

 

Uma marca registrada do sedentarismo moderno é o trabalho sentado, mas esse é um problema limitado ao trabalho. Lembre-se, porém, que ficamos mais tempo fora do trabalho. Contudo, continuamos sentados, ou no carro, no ônibus, na moto e finalmente em casa, largados no sofá. É esse excesso “sentado” e parado que o grande fator de risco para doenças físicas e psicológicas. É a falta de movimento, de atividade física, e até mesmo para quem trabalha em pé em um balcão de padaria.


Manter o movimento é preciso, é um requisito da natureza, da própria evolução. Para quem trabalha com atividades pesadas como construção civil ou mecânico, a própria profissão contribui para isso. É bom lembrar, entretanto, que a prática de atividade física também tem um aspecto de relaxamento, certamente necessário para essas profissões. Contudo, a maior exigência de atividade física regular recai sobre trabalhos parados, sentados ou em pé, como o em estações de computador ou comércio.


Trabalhar sentado em um computador, por exemplo, ou ainda outros trabalhos estacionários à sombra e ar fresco, pode ser considerado o sonho de muita gente. Contudo, do ponto de vista físico, da saúde e mesmo evolutivo, nosso corpo foi feito para o movimento, não para ficar parado. Parado até o carro na garagem estraga. Se nosso objetivo é viver bem e aproveitar o máximo, precisamos dar condições ao nosso corpo para isso. Depende apenas da gente mesmo.

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