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O papel do professor no processo de aprendizagem individual do aluno

Individualizar o ensino, portanto, é mais que essencial, é inevitável.

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O papel do professor no processo de aprendizagem individual do aluno


Adaptação é uma característica que define qualquer espécie bem sucedida. Adaptação que é evoluir, que é aprender. Aprendemos e evoluímos como indivíduos e como espécie, e o que possivelmente nos diferencia de outras espécies é aprender e poder contar essa história, poder transmitir esse aprendizado. Podemos pensar no aprendizado de pais para filhos ou na figura do professor em sala de aula, seja por explanação, observação ou fazer junto.


Esses papéis de pais e filhos, mestres e aprendizes vêm se adaptando em métodos ou formatos mais convenientes às necessidades de cada momento. Chegamos em um ponto onde o saber fazer precisava ser compartilhado com muitas pessoas e rapidamente. Precisávamos viver, trabalhar e produzir como nunca. Então, a escola e o professor foram o arranjo que acabou oportunizando melhorias na qualidade de vida, saúde e renda, nos levando a um padrão de consumo inédito.


No formato mais massivo e tradicional, o papel do professor era de repetidor para tentar formar opiniões, costumes e conceitos, e a aplicação prática de alguns conhecimentos para qualificar a mão de obra. Hoje, esse continua sendo o principal papel, pois não se forma um indivíduo para o indivíduo, mas o conforma para sociedade. Contudo, cada vez mais, caminhamos para um cenário que aumenta a importância do professor, mas reduz seu volume de trabalho.


Aumentar sua importância não mais como um repetidor, pois o aluno não é mais passivo e possui acesso facilitado a outras formas de informação, mas como alguém facilita o caminho do aluno. Colocar o aluno em papel de protagonismo é uma colocação equivocada, pois é do aluno que parte essa necessidade e iniciativa. Dessa maneira, como espécie ou profissão que tenta sobreviver, a escola e o professor se adaptam para melhor atender seus clientes.


O aluno não aceita mais aulas monótonas, desconectadas da prática ou desprovidas de significado. A escola de hoje, especialmente para ensino de crianças, virou repositório relativamente seguro de menores para que seus pais possam cumprir seu papel social de trabalhar. Dessa forma, o professor virou um replicador de assuntos generalizadamente inúteis, mas que ocupam o tempo das crianças e que, nas escolas particulares, tentam justificar os preços praticados.


O professor e, assim também a escola, está diante de uma oportunidade de melhoria, sem deixar de atender seu propósito de conformação social e capacitação para o trabalho. A oportunidade é fazer de forma mais eficiente, tanto em tempo, conteúdo e em métodos em relação ao resultado – resultado que significa a intersecção entre o que o aluno quer e precisa e o que a sociedade espera dele. Individualizar o ensino, portanto, é mais que essencial, é inevitável.


Cabe ao professor adotar uma postura de facilitador, daquele que apresenta alternativas, daquele também que explica o dois mais dois, mas principalmente se adapta e se integra com as novas tecnologias da informação para oferecer um serviço cada vez melhor, para uma clientela cada vez mais exigente. Clientela que não precisa da figura do professor tradicional, mas que pode desejar um orientador, um conselheiro e quem sabe até um amigo.

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